O Brasil, reconhecido por sua matriz energética diversificada, está intensificando investimentos no biometano, um biocombustível renovável produzido a partir de resíduos orgânicos. Essa iniciativa visa fortalecer a economia sustentável e reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), alinhando-se às metas globais de descarbonização.
As termelétricas desempenham um papel crucial na matriz energética do Brasil, especialmente em momentos de crise hídrica, quando as hidrelétricas ficam comprometidas. Apesar de serem uma fonte confiável, essas usinas, que utilizam combustíveis como gás natural, carvão e biomassa, têm um impacto ambiental significativo, principalmente devido às emissões de gases de efeito estufa. Com o aumento da demanda por energia, as termelétricas ganham espaço no cenário energético, mas o Brasil busca equilibrar sua utilização com a expansão de fontes renováveis, visando um futuro mais sustentável.
Em agosto de 2024, a geração de energia solar no Brasil teve um crescimento de 32%, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Foram produzidos 3.420 MWmed, contra 2.578 MWmed em agosto de 2023. Esse avanço expressivo é impulsionado pela expansão da capacidade instalada, em especial nos estados de Minas Gerais e São Paulo, além do aumento da incidência solar nesse período. O Programa Mensal de Operação (PMO) destaca a importância da energia solar para diversificar a matriz energética nacional, reduzindo a dependência de fontes não renováveis.









