Em 2025, a agenda ESG consolidou-se como a força central que redefine o setor elétrico brasileiro, movendo-se do discurso para a prática e tornando-se um critério decisivo para investimentos, regulação e gestão de riscos. A transformação é liderada pelo pilar Ambiental, que evoluiu da simples descarbonização para uma preocupação urgente com a resiliência climática da infraestrutura.
O ano de 2025 emerge como um marco crítico na luta contra as mudanças climáticas. Relatórios recentes de organizações como a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a organização das Nações Unidas (ONU) e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) convergem em uma mensagem clara: a janela de oportunidade para evitar os impactos mais catastróficos do aquecimento global está se fechando rapidamente
O Brasil, dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do G20, precisará investir aproximadamente US$ 6 trilhões — cerca de R$ 33,6 trilhões — até 2050 para zerar suas emissões líquidas de carbono. A estimativa consta do mais recente relatório New Energy Outlook da BloombergNEF, divulgado em fevereiro de 2025. O estudo revela um […]









