O Brasil inicia 2026 com 215,9 GW de capacidade elétrica instalada, sendo 84,63% de fontes renováveis. A ANEEL projeta expansão de 9,1 GW ao longo do ano. Ao mesmo tempo em que Roraima finalmente se conecta ao Sistema Interligado Nacional, o setor solar atravessa seu segundo ano consecutivo de desaceleração, pressionado por cortes de geração, juros altos e gargalos na rede.
A energia gerada a partir de aterros sanitários contribui para a diminuição na emissão dos gases do efeito estufa, além de dar um correto e melhor descarte aos resíduos orgânicos. Os aterros são os principais recursos utilizados pelos entes governamentais para descarte e tratamento dos resíduos sólidos produzidos pela população.
Qual o futuro da GD em 2022? No dia 06 de janeiro de 2022, a Lei 14.300 foi sancionada proporcionando uma verdadeira mudança no mercado de geração distribuída. Segundo a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), a lei trará segurança jurídica para os contratos e vantagens econômicas, aumentando os investimentos e adesão ao modelo.
Você sabe como funciona a geração distribuída compartilhada (GDC)? A GD no Brasil foi normatizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2012 por meio da Resolução 482. Seu objetivo era possibilitar que brasileiros produzissem sua própria energia a partir de fontes renováveis — como fontes eólica, solar e biomassa — e fornecessem o excedente para a rede de distribuição.







