Em um mundo cada vez mais consciente dos impactos das mudanças climáticas, a descarbonização, a transição energética e a adoção de energia limpa são conceitos fundamentais. Descarbonização significa reduzir ou eliminar a emissão de dióxido de carbono (CO2) em processos produtivos e energéticos, uma necessidade urgente para combater o aquecimento global. A transição energética, por outro lado, envolve substituir fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis por alternativas renováveis, como solar e eólica, que possuem um impacto ambiental muito menor. A energia limpa, que engloba essas fontes renováveis, é vital para um futuro sustentável e está no centro das discussões sobre políticas climáticas globais.
O Brasil, um país reconhecido por sua diversidade e riqueza natural, tem se posicionado de forma proeminente no cenário global de energia limpa e renovável. Desde meados do século XX, o país tem trilhado um caminho pioneiro na transição energética, antecipando tendências globais e estabelecendo um modelo para outras nações. Este artigo explora a jornada do Brasil em direção a um futuro energético mais sustentável, destacando sua importância não só para o ambiente local, mas também como um exemplo global de inovação e compromisso com a sustentabilidade.
Em 2023, a transição energética e práticas ESG tornaram-se centrais. As mudanças climáticas intensificam fenômenos extremos, exigindo ações como a descarbonização. CFOs, antes focados apenas em finanças, agora são essenciais na transição, avaliando emissões e eficiência energética. O Brasil investe em energias renováveis, mas enfrenta desafios regulatórios. O hidrogênio verde surge como solução, com o Brasil posicionado para liderar sua produção. A transição e práticas ESG são imperativas para um futuro sustentável.
As mudanças climáticas estão forçando empresas a repensar seus modelos de negócios, com foco crescente na energia limpa e práticas ESG (Ambiental, Social e Governança). O risco é evidente, com eventos climáticos extremos custando US$ 313 bilhões à economia global em 2022. Empresas de diferentes setores estão adaptando suas operações, desde a transição para energia eólica e solar até investimentos em sistemas de reúso de água e equipamentos mais resistentes ao clima. Essa transformação está ligada ao ESG, em que a consideração ambiental tornou-se um fator crítico. O setor elétrico é um exemplo de rápida adaptação, com empresas como a Enel mudando drasticamente seus planos de negócios na última década, focando na geração de energia renovável.
O Brasil pode alcançar a neutralidade de carbono até 2050 com investimentos em energias renováveis, eletrificação dos transportes e hidrogênio verde, além de políticas públicas e marcos regulatórios que incentivem a transição energética.
A biomassa é uma fonte de energia renovável que pode ajudar a combater as mudanças climáticas. Neste artigo, discutimos os diferentes tipos de biomassa e seus potenciais para geração de energia elétrica, bem como os impactos associados às emissões de metano e CO2. Também abordamos as tecnologias utilizadas para converter biomassa em eletricidade e os desafios ambientais que devem ser considerados.
O biogás é uma fonte de energia limpa e renovável que pode ajudar a reduzir a pegada de carbono. O Brasil tem um grande potencial para expandir a produção de biogás e biomethane, alcançando até 30% da demanda de gás natural doméstica. O país já tem iniciativas governamentais e privadas de financiamento para projetos de biogás, mas ainda precisa investir em infraestrutura e logística para viabilizar a geração de energia a partir da biomassa.








