Falar em transição energética deixou de ser um exercício prospectivo para se tornar uma discussão concreta sobre competitividade econômica, segurança energética e posicionamento geopolítico. O tema, que há pouco mais de uma década orbitava majoritariamente relatórios acadêmicos e fóruns multilaterais, hoje está no centro das decisões de governos, empresas, investidores e organismos reguladores.
O hidrogênio verde surge como um protagonista essencial na transição para uma economia de baixo carbono. Sua produção, através da eletrólise da água usando energia renovável, oferece um caminho promissor para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, especialmente em setores industriais e de transporte, onde a eletrificação direta não é viável.
O hidrogênio, o elemento mais abundante do universo, promete revolucionar o setor energético com suas variantes "coloridas", como cinza, azul e verde. O Brasil inova com o hidrogênio "verde e amarelo", derivado do etanol. Embora existam desafios, como o transporte, as oportunidades são vastas, desde a criação de empregos até o posicionamento estratégico global. O hidrogênio simboliza a esperança de um futuro mais limpo e sustentável.
Este post explora o potencial do hidrogênio verde como uma fonte de energia renovável e sustentável. Apresenta sua importância na descarbonização da economia global, especialmente em setores de difícil eletrificação. Além disso, destaca o papel promissor do Brasil neste mercado, dada a sua capacidade significativa de geração de energias renováveis.
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